quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

"O professor não ensina, mas arranja modos de a própria criança descobrir. Cria situações-problemas."

Jean Piaget

 
É com esse pensamento que as professoras Mara e Lisi se empenham para ajudar a turma em suas dúvidas e desesperos...
Este ano foi cheio de emoções e pessoas especiais que deixaram a sua marca em nossos corações... Profe Michi...Fez seu papel com dedicação e empenho assim como as outras deram continuidade aos trabalhos...
São pessoas especiais que passaram e continuam passando por nossas vidas e deixam marcas, marcas de amor, amizade e confiança...
Coragem...coragem para seguir a diante para novas etapas, experiências...
Aos colegas...não desistam...novas portas se abrirão em 2013 e juntos faremos a diferença....
 
 

 
 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Por Maria Emilia Marcolin
Encantado/RS

quarta-feira, 31 de outubro de 2012


 COMO ESTRELAS NA TERRA

 
 Pequeno resumo
Vale a pena assistir!!!

       O filme conta a história de uma criança que sofre com dislexia e custa a ser compreendida. Ishaan Awasthi, de 9 anos, já repetiu uma vez o terceiro período (no sistema educacional indiano) e corre o risco de repetir de novo. As letras dançam em sua frente, como diz, e não consegue acompanhar as aulas nem focar sua atenção. Seu pai acredita apenas na hipótese de falta de disciplina e trata Ishaan com muita rudez e falta de sensibilidade. Após serem chamados na escola para falar com a diretora, o pai do garoto decide levá-lo a um internato, sem que a mãe possa dar opinião alguma. Tal atitude só faz regredir em Ishaan a vontade de aprender e de ser uma criança.
        Ele visivelmente entra em depressão, sentindo falta da mãe, do irmão mais velho, da vida… e a filosofia do internato é a de “disciplinar cavalos selvagens”. Inesperadamente, um professor substituto de artes entra em cena e tão logo percebe que algo de errado estava pairando sobre Ishaan. Não demorou para que o diagnóstico de dislexia ficasse claro para ele, o que o leva a por em prática um ambicioso plano de resgatar aquele garoto que havia perdido sua réstia de luz e vontade de viver.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012



"A memória guardará o que valer a pena. A memória sabe de mim mais que eu; e ela não perde o que merece ser salvo."
Eduardo Galeano


 ALGUNS MOMENTOS DA



 

 

Homenagem especial para quem dedicou-se inteiramente para que este evento fosse um sucesso!!!!

Parabéns!!!!

 

 

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

PREPAREM-SE

VEM AI A II SEMANA ACADÊMICA DA UFPEL!!!!



quarta-feira, 22 de agosto de 2012


FOLCLORE

Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. 
Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação.
O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.

Região Sul
Danças: congada, cateretê, baião, chula, chimarrita, jardineira, marujada.
Festas tradicionais: Nossa Senhora dos Navegadores, em Porto Alegre; da Uva, em Caxias do Sul; da Cerveja, em Blumenau; festas juninas; rodeios.
Lendas: Negrinho do Pastoreio, do Sapé, Tiaracaju do Boitatá, do Boiguaçú, do Curupira, do Saci-Pererê.
Pratos: Baba-de-moça, churrasco, arroz-de-carreteiro, feijoada, fervido.
Bebidas: chimarrão, feito com erva-mate, tomado em cuia e bomba apropriada.

O Folclore é também fonte de cantigas, trava-línguas e parlendas tais como:
* Cantigas de roda

Ciranda cirandinha
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou
Por isso, D. Fulano entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá-se embora
A ciranda tem tres filhas
Todas tres por batizar
A mais velha delas todas
Ciranda se vai chamar

Escravos de Jó
Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira, bota, deixa o Zé Pereira ficar.
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá
Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá. 

* Trava-línguas

O Tempo perguntou pro tempo quanto tempo o tempo tem, o Tempo respondeu pro tempo que o tempo tem o tempo que o tempo tem.

O rato roeu a roupa do rei de Roma.

* Parlendas

Era uma bruxa
À meia-noite
Em um castelo mal-assombrado
Com uma faca na mão
Passando manteiga no pão

Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, chegou minha vez
Sete, oito, comer biscoito
Nove, dez, sapato nos pés. 


Também há as lendas populares. A mais conhecida aqui no Rio Grande do Sul é a do Negrinho do Pastoreio.


Fonte de imagem: Google
Vídeo produzido por Angélica

Aula prática

As professoras Mara e Lisi ensinaram a turma diferentes maneiras de cantar e dramatizar a música "Escravos de jó", abrindo a discussão sobre as diferentes maneiras que podemos passar essa atividade para nossos alunos, vejam:








terça-feira, 21 de agosto de 2012

A menina que odiava os livros

Fonte> You tube

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

INICIANDO UM NOVO SEMESTRE...
      O estudo sobre a escolha dos livros didáticos...Como são escolhidos e como são utilizados pelos professores do município...

O livro da Vida
Tua vida é como um livro. O título corresponde ao teu nome.
O prefácio é uma introdução ao mundo. As páginas são as crônicas diárias de teus esforços, lutas e provas.
O assunto principal do teu livro pode ser tua profissão, teus negócios, o amor, a ciência, a literatura e a religião.
Dia a dia, teus pensamentos e atos são escritos nele, como prova de teu êxito ou fracasso.
Tudo o que tu anotas em cada uma das páginas, é de vital importância, pois ficará registrando para sempre.
Um dia, terás de escrever a palavra fim, mas somente da tua jornada na Terra, pois como espirito você continuará.
Faça que, então, possas dizer que teu livro é um modelo de nobres propósitos e serviços generosos ao mundo.
Seja valente; te esforça; dá o melhor de ti e aparecerá escrito sempre o melhor de tua vida.
Autor desconhecido

quinta-feira, 31 de maio de 2012

  A menina do vestido azul
Cleibiana Seibel *
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Acontece que essa menina freqüentava as aulas da escolinha local num estado lamentável. Suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o mestre: "É uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul".
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe não achou razoável que, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai: "Mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este? Que tal você ajeitar a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?"
E assim fez o humilde casal. Sua casa ficara mais bonita que todas as outras da rua, e os vizinhos, inspirados naquela casa, se puseram a arrumar as suas próprias moradias. Desse modo, todo o bairro melhorou consideravelmente. Por ali, passava um político que, bem impressionado, disse: "É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo". E, dali, saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas e muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudaram os bairros pobres a crescerem e melhorarem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele simples professor concertar toda a rua, o bairro, nem criar um organismo que socorresse os bairros abandonados de todo o país. Mas ele fez o que podia, ele deu a sua parte, ele fez o primeiro movimento do qual se desencadeou toda aquela transformação. (Gardel Costa)
Ao ouvir esta historia, fiquei pensando no poder de um pensamento. Muitas pessoas têm sonhos, que elas mesmas não permitem que sejam realizados. Quantas vezes achamos impossível a transformação de um sistema, de uma realidade, de uma vida? Quantas vezes não nos permitimos sonhar por achar impossível estes sonhos. Os grandes feitos da humanidade partiram também de um pensamento. Todos os grandes ou pequenos movimentos em prol da vida em abundância do mundo partiram de um pensamento aqui e acolá. A frase "sonho que se sonha sozinho é somente um sonho, mas sonho que se sonha junto se torna realidade" reflete isso. Também é isto que Jesus Cristo quer nos dizer em tantas historias que nos contou. Ele não somente sonhou como fez acontecer. Ele disse: "Vocês são o sal da terra e a luz do mundo"...Juntos temperamos e iluminamos melhor.
Cada atitude nossa, mesmo que pareça pequena e que não dê frutos instantâneos, é importante e traz resultados. Existem sonhos iguais espalhados pelo mundo inteiro. Que possamos sonhar na certeza de que este sonho pode se tornar realidade. Esta certeza nós temos no próprio Cristo que tornou o sonho da nossa salvação realidade.
"E difícil reconstruir um bairro, mas é possível dar um vestido azul".

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Chá de fraldas da colega Janete....

Seja bem-vinda  Júlia!!!


sexta-feira, 11 de maio de 2012


“Minha mãe é uma menina”


Eu abri o guarda-roupa dela e mexi em todas as roupas. Tinha umas que eu conhecia, mas que ela não usava mais. Experimentei os sapatos, as jóias. Olhei-me no espelho após vestir uma camisola dela, e quase caí no chão de imaginar que um dia eu ia usar uma roupa daquelas. E, pela primeira vez, olhei bem para mim mesma e me achei parecida com ela.
Continuei mexendo e achei umas fotografias amareladas em uma caixa. Achei uma foto de uma menina parecida comigo.
Esta foi a segunda descoberta: minha mãe já tinha sido criança um dia. Eu nunca tinha pensado que minha mãe já tinha sido do meu tamanho. E brincando de casinha.
Fiquei, de noite, olhando minha mãe quando ela assistia a um filme na televisão. Eu vi ela rir e depois quase chorar. Então eu fiz a maior descoberta de todas: aquela menina da foto ainda existia. Ela morava dentro da minha mãe.
      
FELIZ DIA DAS MÃES!!!!

quarta-feira, 2 de maio de 2012


DESPEDIDA DA PROFE MICHI!!!





SAUDADES...


   Agradecemos ao teu trabalho e pela amizade que construímos ao longo desse tempo. Isso jamais se apagará.  Fizeste uma escolha magnífica de ser mãe e pode ter certeza que foste uma boa tutora.
      Abraços....
        Turma 4- UFPEL /2012


segunda-feira, 23 de abril de 2012

No terceiro ano de Sisu, cursos de graduação a distância permanecem de fora

    Os cursos superiores na modalidade a distância continuam fora do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) para o segundo semestre de 2012, de acordo com o edital publicado no último dia 18 de abril. Também não estão incluídos no sistema cursos que exijam testes de habilidades específicas.
    No próximo Sisu, serão avaliados exclusivamente os resultados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2011. Ainda não há mais informações sobre como os estudantes devem proceder para participar do processo de seleção.
    Isso porque as instituições interessadas em participar podem declarar interesse até o dia 27 de abril (sexta-feira).
   O Sisu existe desde 2009 e foi desenvolvido pelo Ministério da Educação. Com ele, as instituições públicas de ensino superior usam a nota do Enem como única fase de seu processo seletivo.

Nossas aulas

    "Através do contato com as mãos a criança capta tudo: o nervosismo ou a tranquilidade, a fraqueza ou a segurança, a ternura ou a violência.
    Sabe-se que as mãos a quer ou se estão distraídas ou, o que é pior, se a evitam.
    Diante das mãos solícitas, carinhosas, a criança se abandona, se abre. Diante de mãos rudes, se isola, se recolhe, se fecha."
Frederik Leboyer

UFPEL 2012

Primeiro dia de aula, que emoção!
A saudade era imensa, muitas novidades para se contar!

Amigo secreto

    Essa turma bonita realizou no último dia letivo da faculdade uma confraternização no salão de festas do Bocato-Encantado. Além de muita comida e risadas, o amigo secreto foi revelado, sendo que as tutoras de Pelotas também participaram através da web...

domingo, 16 de outubro de 2011

PARABÉNS AOS PROFESSORES E FUTUROS PROFESSORES !

Parabéns a todos os PROFESSORES.

Como estamos em um curso à distância (EAD) quero dividir aqui a passagem do dia do PROFESSOR de uma maneira diferente.

Quero relatar um pouquinho a nossa caminhada para nossa formação. Um curso diferenciado, que nos da uma formação previlegiada porque ele nos forma PROFESSORES do conhecimento real.

O curso nos desperta e nos ensina como será nosso papel e nossas atitudes como PROFESSORES em sala de aula, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. O curso abre nosso coração a cada dia, dando-nos prazer em ensinar ou querer ensinar.

Este curso é aquele que nos questiona e nos desperta para a realidade. Não é aquele que dá de seu saber, mas aquele que faz germinar o saber do aluno através do seu próprio conhecimento, através das diferentes culturas.

O curso está nos levando a conhecer a escola, o seu funcionamento, as suas necessidades e como eu PROFESSOR posso contribuir sempre com a escola.

O curso está nos mostrando que o importante é o respeito ao sujeito, que o importante é conhecermos os nossos alunos, a realidade deles. Que nós como PROFESSORES temos que respeitar as diferentes culturas e sabermos  trabalhar com a inclusão desta variedade de culturas em uma sala de aula.

ENTÃO  PARA  FINALIZAR  ESTA  REFLEXÃO  DO  NOSSO  APRENDIZADO ATÉ  O  MOMENTO  CONVIDO  A  TODOS  OS  COLEGAS  DESTAS  DUAS TURMAS  DO  CURSO  PARA  DARMOS  UMA  DESCONTRAÍDA  E  NOS CATIVARMOS  UM  POUCO  MAIS  PARA  UMA  MEGA  FESTA.


segunda-feira, 19 de setembro de 2011

REVOLUÇÃO FARROUPILHA-GUERRA DOS FARRAPOS

É O MEU RIO GRANDE DO SUL... CÉU, SOL, SUL. TERRA E COR ! ONDE TUDO QUE SE PLANTA CRESCE E O QUE MAIS FLORECE É O AMOR...( OS SERRANOS)
            INDUMENTÁRIA GAÚCHA
Google imagens
"Nada melhor que as tradições para retemperar a saúde de nossa alma brasileira"
(Mário de Andrade)

     A Guerra dos Farrapos ocorreu no Rio Grande do Sul na época em que o Brasil era governado pelo Regente Feijó(Período Regencial), esta rebelião, gerada pelo descontentamento político durou por umma década (1835 a 1845).
     Em 1835 os rebeldes Liberais, liderados por Bento Gnçalves da Silva, aposaram-se de Porto  Alegre, fazendo com que as foças mperiais fosem origaas a deixarem a região.
Em novmbro de 1836, os revolucionários proclamaram a Repúbica em Piratini e Bento Gonçalves, preso, foi nomeado presidente. Mesmo com as forças do exército da regência, os farroupilhas liderados por Davi Gonçalves, comquistaram a vila de Laguna, em Santa Catarina, proclamamando, desta forma ra Repúbica Catarinense.
     Entretanto, no ano de 1842, o governo nomeou Luiz Alves de Lima e silva para comandar as tropas que deceriam comater as farroupilhas.
     Após 3 anos de batalha e várias derrotas, os "Farrapos" tiveram que aceitar a paz propsta por Duque de Caxias. Com isso, em 1845  a rebelião foi finalizada.

Vocabulário Gaúcho

Abagualado - O que ainda é muito arisco e espantadiço, como se fora bagual. É semelhante a bagual.
Abichornado - Aborrecido, triste, desanimado.
Aboletar-se - Instalar-se. Ocupar indevidamente determinado lugar. Receber ou ganhar qualquer coisa. Apoderar-se de algo ou ocupar determindado lugar por esperteza.
Abrir cancha - Abrir espaço para alguém passar.
Achego - Amparo, encosto, proteção.
Acolherar - Unir dois animais por meio de uma pequena guasca amarrada ao pescoço. Atrelar ou ajoujar animais por meio de coleira. Unir, juntar com relação a pessoas.
Acolherado - Andar acolherados, sempre junto de duas pessoas.
Açoiteira - Parte do relho ou rebenque, constituída de tira ou tiras de couro, trançadas ou justapostas, com qual se castiga o animal de montaria ou de tração.
Afeitar - Cortar a barba.
Agregado - Pessoa pobre que se estabelece em terras alheias.
Água-Benta - Cachaça, destinada a ser bebida ocultamente.
Água-de-cheiro - Perfume, extrato.
Alambrado - Cerca feita de arame para manter o gado nas invernadas.
Aporreado - Cavalo mal domado, indomável, que não se deixa amansar.
Aramado - Cerca de arame.
Arranca-rabo - Discussão acalorada, disputa, bate-boca.
Arreios - Conjunto de peças com que se arreia um cavalo para montar. Babaquara -Toleirão, matuto, ignorante, grosseiro, bobo, atoleimado, bocó.
Bacagual - Azorrague, açoite, relho, chicote. Tira de couro cru, torcido para servir de corda. Coisa seca. Pessoa muito magra.
Bate Coxa - Baile, dança, arrasta-pé.
Bagual - Eqüino selvagem, isto é, ainda não domado. Cavalo novo e arisco. Potro domado, recentemente. Cavalo manso que se tornou selvagem. Reprodutor, pastor, animal não castrado. Espantadiço, bisonho, arisco, abrutalhado, rude, rosseiro, bravio, indômito, bonito, vistoso, muito grande. Aplica-se também a pessoas, tanto no sentido pejorativo elevado.
Barbaridade - barbarismo, exprime espanto, admiração, surpresa.
Barbaquá - Tipo de forno utilizado para secagem de erva mate. O fogo é feito em um buraco que é ligado por condutores de calor ao carijo ou tatu, de forma que a erva recebe calor indiretamente.
Barbicacho – Peça de seda torcida, de trança de couro cru ou mesmo de sola, que o gaúcho usa para prender, geralmente por baixo do queixo, o chapéu à cabeça.
Bicheira - Ferida nos animais, contendo vermes depositados pelas moscas.
Bidê - Mesinha de cabeceira.
Bombacha - Peça (calça) que caracteriza o gaúcho.
Boleadeiras - Conjunto composto de três pedras ligadas entre si por tentos torcidos. Duas pedras tem o mesmo tamanho e a terceira que é menor tem o nome de manicla, por ser empunhada pelo homem. Entre ou gaúchos, as pedras são retovadas de couro. Entre os índios, não.
Bolicheiro - Dono de bolicho.
Bolicho - Casa de negócio.
Bugio - Pelego curtido e pintado, em geral forrado de pano.
Buenacho - Muito bom, excelente, bondoso, cavalheiro.
Cabeçada - Peça de couro que, cingindo a cabeça do animal e passando-lhe por trás das orelhas, serve para segurar o freio na boca.
Cabresto - Este apetrecho serve para ser posto na cabeça do cavalo, imagina que o cavalo esta solto no campo(no pasto), e o peão usa o cabresto para pegar o animal e depois de pegar o cavalo.
Cachaço - Porco não castrado, barrasco, varrão.
Cacho - A cola, o rabo do cavalo.
Candeeiro - Carreiro. Homem que, de aguilhada ao ombro, segue adiante do carro de bois, como que ensinando-lhes o caminho.
Cagaço - Grande susto, medo.
Calavera - Indivíduo velhaco, caloteiro, caborteiro, vagabundo, tonto, tratante.
Capão - Diz-se ao animal mal capado, Indivíduo fraco, covarde.
Capataz - Administrador de uma estância ou de uma charqueada.
Carreira - Corrida de cavalos, em cancha reta.
Caudilho - Chefe militar, manda-chuva.
Cavalo de Lei - Animal muito veloz.
Cevador - Pessoa que prepara o chimarrão e distribui entre os que estão tomando.
Chilena - Espora grande de papagaio virado e grandes rosetas, muito usada pelos campeiros e domadores.
Chimango - Alcunha dada no Rio Grande do Sul aos partidários do governo na Revolução de 1929.
China - Descendente ou mulher de índio, ou pessoa do sexo feminino que apresenta algumas das características étnicas das mulheres indígenas. Mulher de vida fácil.
Chineiro - Grande número de chinas, índias ou caboclas.
Chirú - Índio velho, indivíduo de raça cabocla.
Cincha - Serigote sobre o lombo do animal.
Colhudo - Cavalo não castrado, diz-se do sujeito valente, que enfrenta o perigo, que agüenta o repuxo.
Cuiudo - O mesmo que colhudo.
Costelar ou Costilhar - carne assada que se tira da parte que fica imediatamente em cima das costelas do boi.
Criolo de Marca - Diz-se do animal que nasce na propriedade de determinado estancieiro e recebe a sua marca.
Cusco - Cão pequeno, cão fraldeiro, cão de raça ordinária. O mesmo que guaipeca.
Daga - Adaga, facão.
Despilchados - Mal vestidos, sem dinheiro ou bens.
De vereda - Imediatamente, de momento, de uma vez.
Doma - Ato de domar. Ato de amansar um animal xucro.
Domador - Amansador de potros. Peão que monta animais xucros.
Diacho - Diabo, na expressão "Que diacho".
Duro de boca - Diz-se do animal que não obedece à ação das rédeas.
Duro de Pelar - Difícil de fazer, trabalhoso.
Embutido - Carne, fígado, sangue e outros produtos, acondicionados em tripa, para se conservarem. Salame, lingüiça, mortadela, patê, morcilha, queijo de porco.
Encardido - Feio, carregado, ameaçador, complicado, difícil de entender.
Entrevero - Mistura, desordem, confusão, de pessoas, animais ou objetos.
Erva-Caúna - Variedade de erva mate de má qualidade, amarga.
Erva-Lavada - Erva já sem fortidão por ter servido para muitos mates.
Estar com o diabo no corpo - Estar furioso. Estar insuportável.
Estribo - Peça presa de cada lado da sela, e na qual o cavaleiro firma o pé.
Estropiado - Diz-se o animal sentido dos cascos, com dificuldade de andar, em conseqüência de marchas por estradas pedregosas.
Facada - Pedido de dinheiro feito por undivíduo vadio, incapaz de trabalhar, que não pretende restituí-lo.
Facho - O ar livre. Usado na expressão sair do facho.
Fatiota - Conjunto de roupas do homem: calça, colete e paletó.
Fiador - Parte do buçal que cinge o pescoço do cavalo, passando-lhe pela região jugular. Alça colocada no cabo do relho para introduzir o pulso, também chamada fiel.
Fiambre - Alimento para viagem, geralmente carne fria, assada ou cozida.
Funda - Estilingue, bodoque.
Gadaria - Porção de gado, grande quantidade de gado, o gado existente em uma estância ou em uma invernada.
Galpão - Trata-se de uma grande construção, igualmente rústica, onde vivem os peões de campo, que comem e dormem.
Gado chimarrão - Gado alçado, xucro, sem costeio.
Gaudério - Pessoa que não tem ocupação séria e vive à custa dos outros, andando de casa em casa. Parasita, amigo de viver à custa alheia.
Gauderiar - Viver vida de gaudério, viver à custa de outrem, vagabundar vivendo às expensas de outrem. O mesmo que gandular ou fila.
Garroteado - Diz-se do couro que ficou macio em conseqüência de ter sido sovado.
Gringo - Denominação dada ao estrangeiro em geral, com exceção do português e do hispano-americano.
Guaipeca - Cão pequeno, cusco, cachorrinho de pernas tortas, cãozinho ordinário, vira-lata, sem raça definida.
Guapo - forte, valente, bravo.
Guaiaca - Cinto largo de couro macio, às vezes de couro de lontra ou de camurça, ordinariamente enfeitado com bordados ou com moedas de prata ou de ouro, que serve para o porte de armas e para guardar dinheiro e pequenos objetos.
Guri - Criança, menino, piazinho, serviçal para trabalhos leves nas estâncias. Guasca - Tira, corda de couro cru, isto é, não curtido. Homem rústico, forte, guapo, valente.
Haragano - Diz-se do cavalo que por haver estado solto durante muito tempo, sem prestar serviço, tornou-se arisco, espantadiço. Variação: aragano.
Iguaria - Culinária.
Indiada - Gauchada. Os próprios gaúchos, quando se referem amistosamente a outros gaúchos, dizem “os índios”, ou “a indiada”.
Invernada - Grande extensão de campo cercado. Nas estâncias, geralmente, há diversas invernadas: para engordar, para cruzamento de raças.
Jirau - Construção rústica constituída de uma espécie de leito ou soalho, em geral feito de varas brutas, destinado a receber produtos da lavoura ou da pecuária, ou o que nele se queria guardar. Armação onde se deposita a erva-mate para guardar.
Jogo de Osso - Jogo muito usado na fronteira, principalmente pela baixa camada social. Consiste no arremesso de um osso de garrão de vacum, chamado taba ou tava, sobre uma cancha plana, de chão nem muito duro, nem muito mole. Se o osso cai com lado arredondado para baixo é "culo" e perde quem arremessou. se fica para baixo o lado chato do osso é "suerte" e ganha quem efetuou o lançamento. Se ficar equilibrado sobre uma das extremidades, ocorre uma "Clavada". Ao lado da raia fica o depositário da parada, chamado "coimeiro". Jururu- Cabisbaixo, tristonho, abatido, melancólico, pensativo.
Lábia – Habilidade da conversa.
Légua - Medida itinerária equivalente a 3.000 braças ou 6.600 metros.
Lonca – Pele de animal, de onde os pêlos foram raspados. Os tentos de lonca são usados para trabalhos mais delicados de trança.
Lonqueadas - Peles de onde o pêlo foi raspado.
Macanudo - bom, superior, poderoso, forte, inteligente, belo, rico, respeitável.
Mangueira - Grande curral construído de pedra ou de madeira, junto à casa da estância, destinado a encerrar o gado para marcação, castração, cura de bicheiras, aparte e outros trabalhos.
Maneou - Manear o cavalo significa colocar-lhe a maneira, espécie de algemas de couro cru nas patas dianteiras – mãos – a fim de que não caminhe, ou caminhe pouco.
Manotaço - Pancada que o cavalo dá com uma das patas dianteiras, ou com ambas, bofetada, pancada com a mão dada por pessoa.
Minuano - Vento frio e seco que sopra do sudeste, no inverno, vem dos Andes.
Maragatos - Revolucionários que enfrentaram o governo rio-grandense em 1893 e 1923, em duas grandes e sangrentas revoluções, sem conseguir a vitória final pelas armas. A cor vermelha, sobretudo no lenço de pescoço, era o símbolo dos maragatos, cujo nome evoca uma lendária confraria do vale Nilo, antes da invasão berberisca da Espanha.
Matungo - Cavalo de pouca categoria. Muitas vezes o gaúcho se refere assim a um cavalo que admira, unicamente em bem de conversa, para não valoriza-lo demais.
Na Estica - Elegantemente vestido.
Nativismo - É o amor que a pessoa tem pelo chão que nasceu, onde é nato.
Negrinho - Designação carinhoso que se dá a crianças ou a pessas que se tem afeição.
Nó nas Tripas - pendicete, oclusão intestinal.
Num Upa - Num abrir e fechar de olhos, de golpe, rapidamente.
Oigalê - Exprime admiração, espanto, alegria.
Orelhano - Animal sem marca, nem sinal.
Origores - Fatias de polpa de pêssego secas ao sol, as quais podem ser comidas ao natural ou cozidas.
Pago - Lugar onde se nasceu.
Pagar Vale - Recuar, desistir de apostar, temer qualquer coisa, não aceitar o desafio da provocação.
Palanque - Esteio grosso e forte cravado no chão, com mais de dois metros de altura e trinta centímetros aproximadamente de diâmetro, localizado na mangueira ou curral, no qual se atam os animais, para doma, para cura de bicheiras ou outros serviços.
Pampa - O que tem a cabeça, metade dela ou apenas uma orelha branca e o resto do corpo de outra cor. Diz-se do gado vacum e cavalar. As vastas e extensas planícies do Rio Grande do Sul e do Plata, cobertas quase sempre de suculentas pastagens, onde antigamente existiam (na República Argentina, ao menos) os índios daquele nome. É, segundo Z. Rodrigues, um vocábulo da língua quíchua.
Papudo - Indivíduo que tem papo. Balaqueiro, jactancioso, blasonador.
Passar um pito - Repreender, descompor.
Patrão - O patrão, no meio rural é o dono da terra, o empregador. Nos centros de tradições gaúchas, que são estâncias simbólicas, o presidente da associação tem o título de Patrão.
Patrão - Velho - Deus.
Pelea - Peleja, pugilato, contenda, briga, rusga, disputa, combate.
Pelear - Brigar, lutar, combater, pelejar, teimar, disputar.
Pelego - A ele do carneiro com a lã; pele usada nos arreios; indivíduo subserviente, capacho.
Pereba - Ferida de mau caráter, de crosta dura, que sai geralmente no lombo dos animais.
Petiço - Cavalo pequeno, curto, baixo.
Pilcha - Adorno, jóia, dinheiro. Roupas, arreios, qualquer objeto de valor. Vestimenta típica do Gaúcho.
Piá - Menino, guri, caboclinho.
Piquete - Pequeno potreiro, ao lado da casa, onde se põe ao pasto os animais utilizados diariamente. Denominação também dada a filiações de CTGs.
Poncho - Espécie de capa de pano de lã, de forma retangular, ovalada ou redonda, com uma abertura no centro, por onde se enfia a cabeça. É feito geralmente de pano azul, com forro de baeta vermelha. É o agasalho tradicional do gaúcho do campo. Na cama de pelegos, serve de coberta. A cavalo, resguarda o cavaleiro da chuva e do frio.
Potrilho - Animal cavalar durante o período de amamentação, isto é, desde que nasce até dois anos de idade. Potranco, potreco, potranquinho.
Posteiros - O posteiro, no meio rural, é encarregado do posto, subdivisão da grande propriedade. Nos centros de tradições gaúchas os departamentos são chamados de Postos e ou encarregados do departamento são chamados de Posteiros.
Quarto - Um dos membros da rês carneada, traseiro ou dianteiro, com várias costelas.
Querência - É o lugar onde se vive.
Qüera - Homem destinado, desabusado.
Quincha – Cobertura de capim dos ranchos e dos galpões da campanha gaúcha. Há vários tipos de quincha, onde o capim mais empregado é o santa-fé.
Rebenque - Chicote curto, com o cabo retovado, com uma palma de couro na extremidade. Pequeno relho.
Regalo - Presente, brinde.
Regionalismo - Corrente artística voltada para os temas regionais, um dos ramos do romantismo, que pregava o abandono dos temos clássicos e a busca de temas nacionais.
Relho - Chicote com cabo de madeira e açoiteira de tranças semelhantes à de laço, com um pedaço de guasca na ponta.
Reponte - Ato de tocar por diante o gado de um lugar para o outro.
Sanga - Pequeno curso d'água menor que um regato ou arroio.
Sapecada - Ato de assar pinhões em figueira de grimpas, ou seja, de folhas de pinheiro já secas. Ação de sapecar. Surra.
Serrana - Baile campestre, espécie de "Fandango".
Soga - Corda feita de couro, ou de fibra vegetal, ou ainda, de crina de animal, utilizada para prender o cavalo à estaca ou ao pau-de-arrasto, quando é posto a pastar.
Taipa - Represa de leivas, nas lavouras de arroz. Cerca de pedra na região serrana.
Talagaço - Pancada com tala. Chicotaço.
Talho - Ferimento.
Tapejara - Vaqueano, guia ou prático dos caminhos, gaúcho perito.
Tapera - Casa de campo, rancho, qualquer habitação abandonada, quase sempre em ruínas, com algumas paredes de pé e algum arvoredo velho.
Taura - Valente, forte.
Tchê - Equivale a "tu aí", ou "tu" simplesmente.
Tentos - Tiras ou fios de couro cru cortados a faca ao longo de couro, para trabalhos de trança.
Terneiro - Cria de vaca até idade de um ano.
Tirana - Cantiga e dança popular acompanhada de viola. Variedade do Fandango. Descompostura, xingamento.
Topete - audácia, arrogância, atrevimento, saliência da erva-mate que fica fora da água na cuia do chimarrão.
Tosa - Tosquia, toso, esquila.
Tradição - É culto dos valores que os antepassados nos legaram.
Tramposo - Intrometido, trapaceiro, velhaco.
ranco - Passo largo, firme e seguro, do cavalo ou do homem.
Três-Marias - Boleadeiras.
Tronqueira - Cada um dos grossos esteios colocados nas porteiras, os quais são providos de buracos em que são passadas as varas que as fecham.
Tropeiro - Condutor de tropas, de gado, de éguas, de mulas, ou de cargueiros. Pessoa que se ocupa em comprar e vender tropas de gado, de éguas ou de mulas. Peão que ajuda a conduzir a tropa, que tem por profissão ajudar a conduzir tropas. O trabalho do tropeiro é um dos mais ásperos, pois, além das dificuldades normais da lida com o gado, é feito ao relento, dia e noite, com chuva, com neve, com minuano, com soalheiras inclementes, exigindo sempre dedicação integral de quem o realiza.
Truco - Jogo de cartas de naipe espanhol, popularíssimo ainda hoje na fronteira castelhana do Rio Grande do Sul. O truco é irmão do truque jogado pelos caipiras do centro do Brasil.
Tirador - Espécie de avental de couro macio, ou pelego, que os laçadores usam pendente da cintura, do lado esquerdo, para proteger o corpo do atrito do laço. Mesmo quando não está fazendo serviços em que utilize o laço, o homem da fronteira usa, freqüentemente, como parte da vestimenta, o seu tirador que, por vezes, é de luxo, enfeitado com franjas, bolsos e coldre para revólver.
Uru - Pássaro das matas do rio Grande do Sul, parecido com a perdiz, pertencente à família das Phasianidae.
Urucungo - Cavalo ruim, imprestável. Sotreta, matungo, pilungo, urigungo.
Urupuca - Armadilha para pegar passarinhos. Trapaça.
Vacaria - Grande número de vacas. Grande extensão de campo que os jesuítas reservavam para criação de gado bovino.
Varar - Atravessar, cruzar.
Vareio - Susto, sova, surra, repreensão. Diz-se dar ou tomar um vareio.
Vianda - Refeição fornecida em domicílio em marmitas. Marmita.
Vivente - Pessoa, criatura, indivíduo.
Xaleco - Espécie de colete usado pelos maragatos.
Xepa - Comida.
Xiru - O mesmo que chiru.
Xucro - Diz-se do animal ainda não domado, chimarrão, bravio, esquivo.
Zaino - Diz-se do animal cavalar ou muar de pêlo castanho escuro Zorrilho* -
Zunir - Ir-se apressadamente.

Fonte: pesquisa Google.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA: SE FAZ COM, EDUCAÇÃO VALORES E TRADIÇÕES !



"Vejamos se alguns não estavam presentes na caminhada, era porque tinham outros motivos naquele momento. Cada um vai engrenando naquilo que convém e vai fechando com suas características”. (parte de um e-mail enviado pela Profe Mara, como sempre ela com sua sabedoria sabe colocar as palavras certas para fazermos uma boa reflexão).

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

INDEPENDÊNCIA DO BRASIL !

Google imagens
Independência ou Morte!, de Pedro Américo (óleo sobre tela, 1888).
 
Denomina-se independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, em que ocorreu o chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a historiografia clássica do país, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe-regente D. Pedro de Alcântara bradou perante a sua comitiva: "Independência ou Morte!". Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores em nossos dias.
A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência à transferência da corte portuguesa para o Brasil, no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.
 Fonte: Wikipédia